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Membro do Serviço de Informações e Comunicações

Avelino de Abreu Ramos Seixas

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Notas finais sobre o GIC

Notas finais

1. Actualmente é a Comunicação Social, apoiada pelas Novas Tecnologias, que comanda o mundo. Governos caem, políticos são "queimados", mudam-se mentalidades, alteram-se costumes e tradições de todo um povo, criam-se novos estilos de vida, pela grande influência da Comunicação Social... A Paróquia, célula da Igreja, não pode alhear-se desta realidade. A Doutrina Social da Igreja vem-nos alertando desde há muito tempo para a importância dos Meios de Comunicação Social na Evangelização e os últimos Papas insistem todos neste tema. Toda a gente está de acordo com estas orientações, mas muito pouco se concretiza. É por isso que, a meu ver, é tão importante que as Paróquias comecem a usar de forma organizada os Meios de Comunicação Social e as Novas Tecnologias. É por isso que é tão importante a criação de um GIC - Grupo de Informática e Comunicação, com este ou outro nome, mas que seja um grupo organizado para, apoiando todos os outros grupos paroquiais já existentes, servir a Evangelização, informando e formando segundo os critérios do Evangelho, através do uso das Novas Tecnologias da Informação.

 

2. Pretende-se, pois, que o GIC seja um Grupo Paroquial ao lado e em pé de igualdade com os outros grupos paroquiais, tais como o Grupo de Catequistas ou o Grupo de Leitores ou o Grupo Coral e que, como estes, tenha estrutura e vida próprias, com carácter de permanência. Para isso, deverá, tal como os outros grupos, ter reuniões, as quais umas vezes serão em Plenário do GIC outras vezes por sectores, para programar e preparar as actividades a realizar, e deve estar também representado no Conselho Pastoral Paroquial quando este existir.

3. A nossa paróquia possui já há alguns anos o Programa Informático "A Paróquia - Administração Paroquial", que foi feito no ano 2000 a pedido da Conferência Episcopal Portuguesa e vem sendo melhorado ano a ano. Todas as bases de dados a utilizar na informatização dos diversos serviços paroquiais vêm já nesse Programa, bastando inserir os dados e depois trabalhar com os resultados. Para o site da paróquia, Boletim Paroquial, Apresentações de Diapositivos, etc. continuarão a ser usados os programas mais comuns e mais fáceis do ambiente Windows.

4. Quanto às infra-estruturas necessárias ao trabalho do GIC, existe já um computador, uma impressora e um scanner e local para trabalho e reuniões dos vários sectores do GIC. Serão também adquiridos, à medida que o trabalho do GIC o justifique, uma máquina fotográfica digital para as reportagens, um video-gravador, um aparelho de DVD e um "data show" (projector de dados).

5. Quanto ao número de pessoas necessárias para este trabalho paroquial, contando o que propomos para cada sector, poderá estar entre 17 e 26 pessoas, mas esse número pode ser muito elástico, já que há pessoas que poderão estar em vários sectores ao mesmo tempo, assim como há sectores que poderão ter mais pessoas do que as propostas. Quantas mais pessoas se inscreverem, menos trabalho haverá para cada pessoa e mais depressa se fará o trabalho mais urgente. É por isso que mantemos um forte apelo a que se inscrevam mais pessoas.

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Quero pertencer ao GIC

Gostou do que leu? Identifica-se com este Grupo? Se deseja participar neste Grupo, entre em contacto com o pároco, indicando o seu nome, morada, telefone e endereço de e-mail e a indicação do sector do GIC em que se propõe ajudar.

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Serviço de Informação Paroquial

 

2. SIP - Serviço de Informação Paroquial

Este grande sector do GIC trabalhará e divulgará toda a Informação do que se faz e do se pretende fazer a nível paroquial. Para isso usará os órgãos de informação já existentes como são o Boletim Paroquial "Paróquia Viva" e este Site da Internet, e criará e editará um Jornal Paroquial ou Inter-paroquial. Ao SIP - Serviço de Informação Paroquial caberá também a tarefa de fornecer informações das actividades e projectos da paróquia a entidades oficiais, civis ou religiosas, bem como à imprensa, rádio, televisão ou agências de informação. Em todas estas tarefas cada um poderá integrar-se em subsectores do SIP, tais como:

2.1 SIR - Serviço de Informação e Reportagem

 

Quem trabalhar no SIR - Serviço de Informação e Reportagem procurará acompanhar o desenrolar das actividades pastorais da paróquia (Celebrações, Festas, Convívios, Encontros de Formação, etc.), tirando notas sobre as mesmas e fazendo a reportagem fotográfica. Entregará depois o seu trabalho ao SER – Serviço de Edição e Redacção para ser tratado e inserido nos vários órgãos de informação paroquial.

Este subsector terá de ter pelo menos 2 pessoas.

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2.2 SER - Serviço de Edição e Redacção

Os que preferirem trabalhar no SER - Serviço de Edição e Redacção, farão a redacção e edição dos textos a publicar, servindo-se dos textos e fotos fornecidos pelo SIR e ajudados, se necessário, pelo mesmo. Além da redacção e edição dos vários órgãos de informação paroquiais, caberá também ao SER a redacção de textos informativos sobre o que se passa de importante na paróquia, a enviar para entidades ou órgãos de informação fora da mesma, bem como de textos a apresentar em entrevistas na rádio, por exemplo. Nestes casos de participação em programas de rádio ou televisão, deverão escolher-se as pessoas mais competentes e mais expeditas no assunto a tratar, pertencentes a qualquer um dos subsectores do SIP.

O SER será, por assim dizer, o núcleo do SIP e o subsector de maior responsabilidade neste sector do GIC, pois dele depende o tratamento adequado da informação a prestar à paróquia e à Igreja em geral.

Entre o SIR e o SER terá de haver uma grande interligação, podendo mesmo ser as mesmas pessoas a desempenhar as tarefas destes 2 subsectores do SIP.

Neste subsector deverão trabalhar, pelo menos, 2 a 4 pessoas.

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2.3 SED - Serviço de Expediente e Divulgação

Ao SED - Serviço de Expediente e Divulgação caberá divulgar, isto é, dar a conhecer todo o trabalho do SIP (o Site, o Boletim, o Jornal), quer na paróquia, quer fora dela, e expedir, isto é, fazer chegar às pessoas o resultado desse trabalho, nomeadamente o Jornal. Todo este trabalho de Divulgação e Expediente poderá ser feito quer pessoalmente, quer por correio, especialmente para os emigrantes, ou mesmo via Internet, conforme os casos. Caberá também ao SED, em colaboração com o pároco, a divulgação, o preenchimento e/ou tratamento e a devolução de quaisquer documentos que cheguem à Paróquia, tais como: Campanhas, Petições, Abaixo-assinados, etc.

Dados os elevados custos que os diversos órgãos de informação paroquial poderão acarretar, o trabalho do SED deverá ser feito em sintonia com a Comissão Fabriqueira, devendo apresentar a esta orçamentos prévios e depois as facturas dos seus gastos.

Serão necessárias para este subsector, pelo menos, 2 pessoas.

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Serviço de Administração Paroquial

 

3. SAP - Serviço de Administração Paroquial

Este grande sector do GIC dividir-se-á nos seguintes subsectores:

3.1. SIC - Serviço de Informatização do Cartório

 

Este sector da Administração Paroquial, orientado pelo pároco, tratará de informatizar os assentos de Baptismo que ainda não estejam inseridos no programa de informatização (a maior parte já estão), bem como os assentos de casamento e de óbito. O Ficheiro de Famílias, também chamado Ficheiro Paroquial, a base de dados mais importante para todo o trabalho paroquial informatizado, será também da responsabilidade deste sector, que procurará que todas as famílias da paróquia estejam inscritas, indo, se necessário, pelas casas, inscrever aqueles que espontaneamente o não fizeram (a maior parte ainda não estão inscritas). Periodicamente, o Ficheiro Paroquial deve ser actualizado, de modo a facilitar o trabalho do pároco, quer nas inscrições para baptizados e na organização dos processos de casamentos, quer nas inscrições nos diversos grupos paroquiais ligados à catequese, liturgia, etc. Quem trabalhar no SIC poderá também, a pedido do pároco, trabalhar na informatização do Ficheiro da Catequese e dos outros Grupos Paroquiais.

Neste sector do GIC poderão trabalhar 2 a 4 pessoas no início, bastando talvez depois uma pessoa para a manutenção dos respectivos ficheiros informáticos.

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3.2 SICP - Serviço de Informatização da Contabilidade e do Património

Este sector, que trabalhará em estreita ligação com a Comissão Fabriqueira e apoiando informaticamente todo o seu trabalho, não precisa de muitos esclarecimentos, pois o próprio nome indica os seus objectivos: 1. Informatizar toda a Contabilidade Paroquial, incluindo também a remuneração do pároco e respectivo IRS; 2. Informatizar todo o Património pertencente à Paróquia, inventariando no Programa de Informatização das Paróquias todos os bens móveis e imóveis, incluindo neste trabalho a fotografia digitalizada de todos os edifícios e objectos de culto que são património artístico e histórico da Paróquia.

Como é óbvio, neste sector deverão trabalhar, no mínimo, 2 pessoas, uma na Contabilidade e outra no Património. Contudo, no início, até tudo estar informatizado, será melhor serem pelo menos 2 pessoas em cada uma destas secções.

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3.3. SAT - Serviço de Apoio Técnico

Como o próprio nome indica, este subsector do SAP – Serviço de Administração Paroquial foi pensado para dar apoio técnico a todas as pessoas que trabalhem no GIC, nomeadamente, adquirindo e fazendo a manutenção dos computadores e respectivos periféricos, aparelhos de imagem e som, etc., devendo todo este trabalho ser sempre feito em sintonia com a Comissão Fabriqueira por causa dos custos que implica. Caberá também às pessoas que trabalhem no SAT zelar pela boa utilização e pela manutenção da Instalação Sonora da Igreja e do Salão Paroquial, nomeadamente, regular os registos da Amplificação Sonora durante as Celebrações na Igreja e, em actividades pastorais realizadas no Salão Paroquial ou ao ar livre que precisem de amplificação sonora, preparar a aparelhagem e regular o som da mesma e ainda, mais uma vez em sintonia com a Comissão Fabriqueira, providenciar a manutenção ou melhoria de toda a aparelhagem sonora.

Para este sector serão necessárias pelo menos 2 pessoas, que dividirão entre si as várias Celebrações ou outras actividades paroquiais em que possa ser necessário o seu apoio técnico.

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