Artigos

2015

Juíz: Victor Manuel Menezes Reis.

Tesoureiro: Manuel Mário Ramos Pereira.

Juíza: Maria de Fátima Gomes da Costa

Zeladora: Isabel Gonçalves Oliveira

Mordomas: Juliana Fernandes; Rita Sampaio Pereira; Clara Sampaio Pereira; Diana Pita da Cunha Reis; Marina Salgueiro; Inês de Barros Ribeiro e Beatriz Oliveira.

Mordomos: Diogo Guimarães; Simão Pedro e João Jácome

e todos aqueles que queiram servir por devoção.

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 Festa em Honra ao Mártir Mártir São Sebastiãocelebra-se no dia 20 de Janeiro de cada ano ou então, no domingo seguinte a este dia.

 


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Festa em Honra do Mártir S. Sebastião

A Festa de S. Sebastião é celebrada no Domingo seguinte ao 20 de Janeiro, dia litúrgico do Santo. celebra-se na Capela de S. Sebastião, no Lugar de Paçô. A parte religiosa consta de: novena, no Sábado tem lugar a procissão de velas da Capela para a Igreja paroquial (esta procissão teve início com a Comissão de Festas de 1977); no Domingo a missa cantada, sermão e procissão da Igreja paroquial para a capela. A comissão de festas é formada por um juiz, um tesoureiro, uma juiza, uma zeladora da capela e vários mordomos dos dois sexos.

Veja algumas fotografias desta Festa:

 

A figura de S. Sebastião

S. Sebastião é representado atado a uma árvore, nu e cravado de setas: de facto, S. Sebastião morreu martirizado.

Segundo a tradição, morreu em princípios do século IV, quando o Imperador Diocleciano estava no Oriente e governava na península italiana o seu colega Maximino Hercúleo.

Era um valente Centurião do exército imperial; Sebastião tinha-se tornado cristão e quando obrigado a sacrificar aos deuses, negou-se absolutamente e foi atado a uma árvore e cravado de setas pelos seus mesmos soldados, que o deixaram pensando que tinha morrido.

Mas na realidade Sebastião não tinha morrido: foi encontrado e socorrido por Santa Irene e restabeleceu-se. Mas Sebastião não ficou por aí: entrou no palácio para confessar novamente a sua fé; o Imperador ordenou então que fosse espancado até à morte.

Depois Santa Luciana resgatou o seu corpo, limpou-o e sepultou-o nas catacumbas.

Sebastião sofreu, então, um duplo martírio. Foi julgado, martirizado duas vezes e morto, apenas por ser cristão e confessar com valentia a sua fé.

Os fiéis invocaram-no sempre, desde a antiguidade, como advogado especial contra as pestes.

Em Carreço canta-se o Hino de S. Sebastião de Paçô, que expressa bem o que se disse. A duas primeiras quadras (de um total de sete) e o refrão dizem-nos assim:

I

Das malinas defendei-nos

Santo bem aventurado

E da peste e fome e guerra

Como bom advogado

II

Alcançai-nos a saúde

Desta ida à eterna vida

Como a sua alcançastes

De muita alma perdida


Refrão:

Ó Sebastião bendito

No martírio glorioso

Atendei aos nossos rogos

Compadecido e piedoso

 

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2019

Novena e Festa em Honra do Mártir São Sebastião.

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