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O que é o Conselho Paroquial para os Assuntos Económicos?

Conselho Paroquial para os Assuntos Económicos (mais conhecido como "Comissão Fabriqueira") é um grupo de pessoas, presidido pelo Pároco, que tem como missão ajudá-lo na recta e justa administração dos bens materiais da Paróquia, à maneira de um bom chefe de família.

A designação "Conselho Paroquial para os Assuntos Económicos" vem no Código de Direito Canónico (CDC) actual, aprovado pelo Papa João Paulo II em 1983. O CDC anterior, de 1917, designava-o como "Conselho da Fábrica da Igreja Paroquial". Esta designação é ainda correcta entre nós, pois o Estado Português continua a chamar à Instituição jurídica (equiparada pelo Estado a uma empresa) que gere o conjunto dos bens materiais, móveis e imóveis, de determinada paróquia, e pertencentes ao povo católico nela residente, como "Fábrica da Igreja Paroquial de ...", no nosso caso "Fábrica da Igreja Paroquial de Santa Maria de Carreço".

A designação corrente entre nós de "Comissão Fabriqueira" é incorrecta já que os elementos que compõem o grupo não formam uma Comissão no sentido técnico do termo, pois não são responsabilizados em igual medida pelas decisões e acções realizadas em conjunto com o Pároco, antes são conselheiros e colaboradores deste. O Pároco, como presidente deste Conselho Económico, é sempre o primeiro responsável e, perante as leis civis, responde, mesmo sozinho, pela Instituição jurídica "Fábrica da Igreja Paroquial".

Simplificando um pouco: o conjunto dos católicos residentes nos limites da Paróquia, pelo facto de contribuírem com as suas esmolas e donativos para a aquisição e manutençao dos bens, são, em conjunto, os donos ou proprietários de todos os bens materiais pertencentes à Paróquia, para fins jurídicos chamada "Fábrica da Igreja Paroquial". O Pároco é, pelo Direito da Igreja e pelo Direito Civil, o administrador nato dos bens da Paróquia, embora com o conselho e a colaboração do seu Conselho Económico e sob a orientação do seu Bispo a quem presta contas de toda a sua acção pastoral. Sendo os bens paroquiais pertença do povo católico da Paróquia, o Pároco, como mero administrador, tem a obrigação de prestar contas ao povo da sua administração e o povo tem o direito de lhe pedir contas da administração.


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Membros do CPAE para o triénio 2018 |2020

De acordo com as normas universais do Código de Direito Canónico, dos Decretos Gerais da Conferência Episcopal Portuguesa e do Artº 63 do Estatuto do CPAE da Legislação para a Administração dos Bens Temporais da Igreja na Diocese de Viana do Castelo, de 18 de Fevereiro de 2012, foram escolhidos pelo Pároco e confirmados por D. Anacleto Oliveira, Bispo Diocesano, para desempenharem funções no Conselho Paroquial para os Assuntos Económicos, {Comissão Fabriqueira} para o triénio 2018 | 2020, os seguintes elementos: 

{Provisão de 12 de Abril de 2018 com o nº 564 de registo, do Chanceler da Cúria Diocesana}

- Victorino Pinto Ribeiro

- António da Costa Silva Cravo

- Manuel da Silva Alves Leite

- Ramiro Moreira de Araújo

- João Nuno Amorim de Pinho 

- Ermita Pires Viana Reis

Ajudarão neste triénio o Pároco, Padre Domingos Lourenço Vieira, na função de «administrar bem e fielmente» e «com a diligência de um bom pai/mãe de família» os bens patrimoniais da Paróquia de Santa Maria de Carreço.

Da sua competência e sentido de co-responsabilidade espera-se deste Conselho Paroquial a melhor colaboração para o melhor desenvolvimento espiritual, pastoral e comunitário desta Paróquia.

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Comissões de obras das capelas

As Comissões de obras das capelas são grupos de pessoas que zelam pelas capelas, nomeadamente pela sua conservação. Embora sejam autónomas na sua estratégia e acção, devem ser supervisionados pelo Conselho Paroquial para os Assuntos Económicos. [CPAE]

Comissão de obras da Capela de São Paio:

  • António Loureiro de Castro Reis
  • Avelino de Abreu Ramos Seixas
  • Clemente Rocha

Comissão de obras da Capela de São Pedro:

  • António Fernandes Moreira Ramos
  • Querubim Porfírio da Rocha Esteves
  • (A nomear)

Comissão de obras da Capela de São Sebastião:

  • Adelino Manuel da Silva Pires
  • José de Castro Reis
  • Luciano Ramos Fontainhas

Comissão de obras do Senhor do Bonfim:

  • Fernando José Lima do Rego
  • Manuel Alves da Rocha
  • Serafim Fernandes Moreira Ramos
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paecConselho Paroquial para os Assuntos Económicos (mais conhecido como "Comissão Fabriqueira") é um grupo de pessoas, presidido pelo Pároco, que tem como missão ajudá-lo na recta e justa administração dos bens materiais da Paróquia, à maneira de um bom chefe de família.

A designação "Conselho Paroquial para os Assuntos Económicos" vem no Código de Direito Canónico (CDC) actual, aprovado pelo Papa João Paulo II em 1983. O CDC anterior, de 1917, designava-o como "Conselho da Fábrica da Igreja Paroquial". Esta designação é ainda correcta entre nós, pois o Estado Português continua a chamar à Instituição jurídica (equiparada pelo Estado a uma empresa) que gere o conjunto dos bens materiais, móveis e imóveis, de determinada paróquia, e pertencentes ao povo católico nela residente, como "Fábrica da Igreja Paroquial de ...", no nosso caso "Fábrica da Igreja Paroquial de Santa Maria de Carreço".

A designação corrente entre nós de "Comissão Fabriqueira" é incorrecta já que os elementos que compõem o grupo não formam uma Comissão no sentido técnico do termo, pois não são responsabilizados em igual medida pelas decisões e acções realizadas em conjunto com o Pároco, antes são conselheiros e colaboradores deste. O Pároco, como presidente deste Conselho Económico, é sempre o primeiro responsável e, perante as leis civis, responde, mesmo sozinho, pela Instituição jurídica "Fábrica da Igreja Paroquial".

Simplificando um pouco: o conjunto dos católicos residentes nos limites da Paróquia, pelo facto de contribuírem com as suas esmolas e donativos para a aquisição e manutençao dos bens, são, em conjunto, os donos ou proprietários de todos os bens materiais pertencentes à Paróquia, para fins jurídicos chamada "Fábrica da Igreja Paroquial". O Pároco é, pelo Direito da Igreja e pelo Direito Civil, o administrador nato dos bens da Paróquia, embora com o conselho e a colaboração do seu Conselho Económico e sob a orientação do seu Bispo a quem presta contas de toda a sua acção pastoral. Sendo os bens paroquiais pertença do povo católico da Paróquia, o Pároco, como mero administrador, tem a obrigação de prestar contas ao povo da sua administração e o povo tem o direito de lhe pedir contas da administração.

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