Escola do MCC {3ª Sessão de 27.Nov.2018} Orador: Padre Domingos Vieira

Escola do_Mcc_-_3_sessaoCom o tema“Antecedentes e Documentos mais significativos nos 40 anos da Diocese”, realizou-se no dia 27 de Novembro, pelas 21h15 no Centro Paulo VI em Darque, a 3ª Sessão de Escola de Cursilhistas, em que foi palestrante o Padre Domingos Lourenço da Paróquia de Carreço.

O Padre Domingos Lourenço, apresentou nesta sessão de escola uma panorâmica dos momentos mais importantes da vida da nossa Diocese, nestes seus primeiros 40 anos de existência focando vários acontecimentos, no episcopado de cada um dos seus Bispos, que traduzem o pulsar da jovem diocese de 40 anos, ao longo da sua curta mas profícua existência, começando por referir:

A fundação da nossa Diocese é um marco importante a realçar; após o Concílio Vaticano II foram criadas várias dioceses em vários países do mundo, sendo que uma Diocese é uma porção do Povo de Deus, que tem como cabeça o seu Bispo, que por sua vez está em comunhão com os outros Bispos. Somos uma parcela viva do Povo de Deus.

Padre Domingos evocou em seguida o primeiro Bispo diocesano D. Júlio Tavares Rebimbas, que na sua primeira Carta Pastoral refere: Eu venho para rezar convosco e não tenho programa Pastoral, porque o programa Pastoral é o Evangelho.

D. Júlio expressou a vontade de sermos homens e mulheres formados, tendo o Padre Domingos Lourenço referido que, o Movimento dos Cursilhos de Cristandade, é um dos Movimentos de Igreja, que mais tem feito pela formação desta Diocese; tem sido a alma e o coração para o compromisso e testemunho do ser Igreja, considerando que, nessa altura tal, como ainda hoje, continua a ser difícil implementar a formação numa Paróquia, considerando que a Paróquia deve ser um centro de irradiação da comunhão e da fé.

Referiu-se em seguida a D. Armindo Lopes Coelho que sucedeu a D. Júlio, que é recordado pelas suas extensas homilias, mas tinham grande riqueza; era um homem apaixonado pela Palavra de Deus, um homem próximo, o seu pensamento era de construir uma Igreja arejada, uma Igreja de esperança.

D. Armindo entrou na Diocese com o desejo de construir um Seminário Diocesano para formar sacerdotes, o que veio a acontecer, sendo benzido e inaugurado em 1995.

D. Armindo foi ainda o Bispo que procurou incentivar à criação dos Conselhos Pastorais, que é talvez o órgão chave para que a missão Evangelizadora avance numa Paróquia.

A D. Armindo Lopes Coelho sucedeu D. José Pereira, cujo grande marco do seu episcopado, foi o Sínodo Diocesano e uma obra importante: a construção da Casa Sacerdotal em Darque; D. José Pedreira considerava o Bispo como servidor do povo; servidor do povo que significa proximidade com o povo.

Hoje temos como Bispo Diocesano D. Anacleto Oliveira, que sucedeu ao Bispo Emérito D. José Pedreira; incansável na criação de estruturas que permitam a cada Movimento e obra de Apostolado realizar os seus encontros espirituais e de formação, realização dos Cursilhos de Cristandade e outros; como é o caso das importantes obras de remodelação realizadas no Centro Paulo VI; mas também tudo o que tem sido realizado nos estabelecimentos de ensino da Diocese e o próprio Seminário; mas é também ao nível da sua formação Bíblica que se destaca na riqueza do aprofundamento dos Evangelhos, particularmente nos tempos fortes do calendário Litúrgico.

A Diocese permite-nos como cristãos termos uma identidade que nos une a esta parcela da Igreja.

O Padre Domingos terminou referindo que a Diocese teve a felicidade de ter quatro Bispos de enorme solicitude e entusiasmo ao serviço do Senhor e da Igreja Diocesana de Viana do Castelo.

Publicado em 23 janeiro 2018
Escrito por José Borlido e transcrito por Avelino Seixas

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