CSCC | Passeio às Amendoeiras em Flor

amendoeiras em_florEstá ser anunciado pelo Centro Social e Cultural de Carreço, Instituição Particular de Solidariedade Social, sito na Avenida Nossa Senhora da Graça nº 530, um passeio às Amendoeiras em Flor, a realizar no dia 23 de Março de 2019, sábado.

Do programa consta:

- 06h00: Saída desta freguesia de Carreço

- 08h30: Paragem em Peso da Régua

- 10h00: Visita à Quinta de São Domingos {inclui prova de vinhos e visualização de um filme}

- 11h30: Partida {passagem por São João da Pesqueira}

- 13h00: Chegada a Vila Nova de Foz Côa {almoço no Restaurante Côa Museu}

- 15h00: Visita ao Museu do Côa

- 17h00: Chegada a Mirandela {visita livre}

- 19h00: Viagem de regresso a esta freguesia de Carreço

AJUDA: 42,50 “amendoeiras” por pessoa com o almoço incluído.

INFORMAÇÕES/INSCRIÇÕES:

* Telefone: 258 835 043 - 966 422 076

* Correio electrónico: This e-mail address is being protected from spambots. You need JavaScript enabled to view it.

INSCRIÇÕES abertas até ao dia 19 de Março de 2019, terça-feira.

Será uma viagem que atravessará as regiões da Beira Alta e do Douro, onde a paisagem é pontuada pelo colorido das amendoeiras, num percurso através da história e tradições locais.

O Alto-Douro e o Ribacôa têm nesta altura do ano uma das mais belas paisagens do Norte de Portugal. As amendoeiras em flor dão um colorido branco e rosa que marca o fim do tempo invernoso. Esta paisagem pode ser vista apenas durante algumas semanas. Habitualmente, termina em meados de Março e toda a região fica com um manto branco e rosa sem a concorrência da vinha e do olival.

QUINTA DE SÃO DOMINGOS

Com mais de 100 anos de existência, a Quinta de São Domingos, está localizada no centro da cidade do Peso da Régua, na mais antiga Região Demarcada e Regulamentada do Mundo, classificada em 2005 pela Unesco como Património da Humanidade.

Este espaço conseguiu resistir, ao longo dos anos, ao desenvolvimento urbano da cidade, mantendo inalteradas as suas características de Quinta ligada á produção e envelhecimento do Vinho do Porto, tendo conseguido manter um equilíbrio muito próprio entre a tradição e a modernidade. 

A Quinta de São Domingos possui diversos espaços e valências, tendo à sua disposição um Restaurante, um Salão de Festas, uma Loja de Vinhos e um espaço de Alojamento Local.

AMENDOEIRAS EM FLOR

O concelho de Vila Nova de Foz Côa tem mais de mil amendoeiras e tem agora uma paisagem de encantar em particular nos vales do Douro e do Côa.

Há vários miradouros de onde se pode contemplar a paisagem das amendoeiras em flor, destacando-se a paisagem junto ao Museu do Côa. Recomenda-se que se suba até ao cimo do próprio Museu.

MUSEU DO CÔA

Inaugurado em 2010 e situado numa das encostas da junção do Douro com o Côa, o Museu do Côa apresenta, com recurso às mais modernas tecnologias, uma visão da arte rupestre do Vale do Côa, com particular incidência no ciclo paleolítico (± 25.000 - 12.000 anos antes do presente).

O Museu do Côa nasce na sequência da descoberta dos sítios de arte rupestre do Vale do Côa em 1994 e da sua classificação pela UNESCO como Património Mundial em 1998. Uma vez que “o verdadeiro museu é o Vale”, as coleções de originais guardadas no museu são uma amostragem, constituída por peças de arte móvel paleolítica recuperadas em contexto de escavação e artefactos arqueológicos que vão sendo descobertos nos trabalhos de pesquisa que aqui prosseguem desde a criação do Parque Arqueológico.

O Museu do Côa começou a ser pensado logo desde os primeiros dias da polémica do Côa em 1995, mas será após a classificação da Arte do Côa como Património Mundial em 1998 que o Governo português se compromete com a construção de um grande museu de sítio.

O primeiro projeto (1998) esteve pensado para o local do paredão da barragem do Baixo Côa, entretanto abandonada. Por decisão Governamental, o atual museu ganha corpo em novo local junto à foz do Côa.

A obra inicia-se em Janeiro de 2007 e o Museu é inaugurado em julho de 2010.

O projeto de arquitetura é da autoria da dupla de arquitetos Tiago Pimentel e Camilo Rebelo, muito inspirada na “Land Art”, integrando-se em harmonia na envolvente, captando-lhe as cores e a luminosidade e não a esmagando com a sua pesada mas discreta volumetria.

MIRANDELA

Mirandela, cidade do distrito de Bragança, situa-se na Terra Quente transmontana, nas margens do rio Tua. Com uma área de cerca de 660 quilómetros quadrados, o concelho destaca-se pelo heterogéneo e valioso património arquitetónico e natural que possui.

Existem, em todo o concelho, vestígios de povoamento pré-histórico, exemplificado nos diversos monumentos megalíticos e castros, alguns reveladores da imensa atividade mineira de exploração de cobre, arsénio e ouro, praticada pelos povos da idade do bronze e perpetuada pelos romanos que deixaram também marcas da sua ocupação na região.

Em 1250, D. Afonso III concede carta de foral a Mirandela, tendo D. Dinis, em 1291, definido os primeiros limites geográficos do concelho em foral. Em 1884 Mirandela passa a ter as delimitações geográficas que vigoram atualmente e, cem anos depois, em 1984, Mirandela é elevada a cidade.

Para além da beleza natural, Mirandela assume-se como cidade jardim, em que o culto da flor está presente em todos os espaços. Situado na Terra Quente, agricolamente rica, o azeite é produto chave na economia do concelho, tendo os diversos produtores sido galardoados com os mais importantes prémios do setor, quer nacionais, quer internacionais. Mas a ALHEIRA tem também um papel preponderante no setor industrial da região, conhecida em todo o mundo e votada uma das Sete Maravilhas Gastronómicas de Portugal.

Banhada pelo Tua, Mirandela tem apostado no turismo, e muitos são os que rumam ao concelho transmontano atraídos pela beleza das suas paisagens e natureza, classificada pela UNESCO como Património da Humanidade.

A par dos valores naturais, os valores patrimoniais e culturais de Mirandela revelam a sua riqueza arquitetónica, ilustrada em distintos monumentos como o Palácio dos Távoras, do século XVII, o Palácio dos Condes de Vinhais, a antiga muralha da qual resiste ainda a Porta de Santo António, a Ponte Velha e muitos outros sítios que tornam Mirandela única no panorama transmontano.

Boa viagem.

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